“Disseram-lhe, pois: Senhor, dá-nos sempre desse pão. E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.” João 6:34-35
Olá querido leitor, tudo bom? Para variar um pouco gostaria que antes de você continuasse lendo assistisse a esse pequeno vídeo, pois irei falar sobre ele um pouco para isso clique aqui para assisti-lo.
Apesar de parecer bonitinho, não há nada de bonito no final de tudo isso, pois aqui está a maior essência do ser humano relacional: O amor mercenário. Em minha vida conheci alguém, que amo muito, muito mesmo, porém esta, por sua vez, parecia apenas me amar quando eu lhe dava “biscoitos”, ou seja, quando eu a agradava e era bonzinho, como isso me deixava triste, como isso me magoava.
Vivemos em um mundo onde o “EU” está sempre em foco, aonde as nossas necessidades vêm sempre primeiro. Nesse mundo o sentimento de amor e fidelidade por si só são coisas totalmente desacreditadas e até mesmo vistas com olhos desconfiados.
Vivemos em um mundo onde o “EU” está sempre em foco, aonde as nossas necessidades vêm sempre primeiro. Nesse mundo o sentimento de amor e fidelidade por si só são coisas totalmente desacreditadas e até mesmo vistas com olhos desconfiados.
Não era muito diferente nos tempos de Jesus eu peço que para acompanhar você abra a sua bíblia em João 6 (se não tiver bíblia clica aqui) E não desanime, vale a pena.
Vou dar uma resumida, João 6 é um dos capítulos mais pregados, assim como vários outros capítulos sobre milagres de Cristo e para mim é um dos mais bonitos também. Não só pela preocupação de Cristo com nossas necessidades através da multiplicação dos pães (6:1-15), não pelo lindo fato de Jesus andar sobre as águas (16-21), mas pela essência de todo o capítulo quando após a multiplicação dos pães Ele se revela como o Pão da vida. O principal desse capítulo para mim está nos versos 22 - 66, que é o que tem a ver com a postagem de hoje. Aquela multidão maravilhada com os milagres de Jesus lhe procura querendo mais do pão milagroso, estão todos esperando ver mais milagres daquele “profeta”, mas encontram um pão diferente, encontram a dura mensagem de que não deveriam procurar o pão desta terra, mas que buscassem o Pão da vida, Jesus (vs .35). Quando ouvem essas palavras ficam decepcionados e tristes, procuravam milagres, procuravam se ver entretidos e satisfazer as suas necessidades egoístas, mas tudo que encontraram foi DEUS. O próprio Filho de Deus estava se revelando aquela multidão como algo muito melhor do que elas podiam compreender, mas apesar de todos os sinais operados, todas as provas de amor antes reveladas. Diante daquele discurso disseram: “60 Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” E um a um virou as costas e abandonou Jesus.
Quantos de nós estamos atrás de “biscoitos”? Na nossa vida diária, entre nossas famílias, nos nossos namoros, empregos, casamentos, estudos. Qual será o biscoito que você espera do seu cônjuge, dos seus amigos, seus pais, filhos, irmãos? Para aquelas pessoas aceitar o discurso de Cristo em João 6:22-40, significava que aquelas pessoas deveriam buscar outro tipo de vida, deveriam aceitar jogar seu egoísmo de lado e parar de se preocupar somente consigo mesmas e com suas necessidades e viver uma vida para o céu.
Mas a história não acaba por aí, João 6:66 -70, Cristo vendo um a um dando-lhe as costas, perguntou para seus discípulos: “67 Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos?”
Que possamos ter a sabedoria de Simão Pedro para responder:
“Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.” João 6:68,69.
Amém!
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